sábado, 26 de março de 2011

Agenda de Março & Abril

Seguindo nossa programação, toda terça, as 19:30h, Rua Francisco Sá 51, no antigo Teatro Posto 6:


29/03 - Augusto Martins









05/04 - Alma Thomas
12/04 - Irinéa Maria













19/04 - Simone Lial
          
26/04 - Rômulo Gomes

sábado, 19 de março de 2011

Terça de Graça - 22/03/2011 - Pery Ribeiro

     Nessa próxima terça, 22/03, a partir das 19:30h, teremos a honra e o privilégio de contarmos com a presença de Pery Ribeiro, uma das maiores vozes da MPB.  Faço minhas, as palavras de Roberto Menescal: 

      "Minha primeira e emocionante lembrança que tenho de Pery, foi de uma gravação de um compacto simples na antiga Odeon, onde Pery cantava uma música que dizia "Há dentro em mim uma dor escondida, bem escondida...." e eu, Luiz Eça, Oscar Castro Neves, e uma amiga nossa, a Climene, que tínhamos um grupo vocal, fazíamos o backing para nosso querido artista. Foi o máximo! Talvez ainda meio desafinado (nosso grupo, é claro), mas a emoção foi total.
      Pery com sua antena de desbravador, também me deu um presente inesquecível: em final do ano de 61, eu voltava de Buenos Aires com Maysa e, numa parada em São Paulo para um programa de TV, me colocaram a gravação de Pery de minha música com Boscoli, “O Barquinho" (que Maysa acabara de gravar, mas que ainda não tinha sido lançada), e vi Pery mais uma vez sair na frente, como fez com tantos outros sucessos, inclusive "Garota de Ipanema". Eu como compositor de muita sorte, poderia ter um CD do Pery inteiramente com músicas minhas, pois ninguém me gravou tanto... Eis aí uma idéia para alguma gravadora que tenha esse acervo.
      O mais recente presente que Pery me deu, e certamente o mais emocionante, foi uma composição (letra e música dele) onde faz uma homenagem a mim e ao Ronaldo Boscoli, juntando trechos de nossas canções ligadas por versos exatos como só um "craque" da composição poderia fazer, coisa que Pery muito pouco aproveitou em sua carreira de artista. Essa música, “Abraço no Menescal e Boscoli”, foi gravada por Wanda Sá e por mim no nosso mais recente cd "Swingueira", e tem sido o ponto alto de nossos shows, coisa que Pery pôde presenciar numa reação expontânea do público, no show de lançamento do disco no Teatro Rival.
      
       Enfim, nossa ligação não é recente, pois nos conhecemos há mais de 40 anos "nas pedreiras da vida", onde apesar dos quilômetros que muitas vêzes nos separam, temos tido uma convivência muito legal, muito curtida, muito carinhosa. Me confesso aqui, fã total desse artista que tem uma carreira tão bonita e tão importante para o nosso Brasil. Beijos
".
Roberto Menescal


Como disse anteriormente, faço minhas, essas palavras. Fã de carteirinha!! Terça - 22/03/2011 - 19:30h
Não percam.
Paz
Fernando




Histórico - Terça de Graça 6 - Janaína Moreno

      No dia 25 de janeiro de 2011, tivemos o prazer enorme, de contar com a participação de Janaína Moreno. Esse presente pra minha vida, me foi dado através de meu filho. Janaína iria fazer um show no Centro Cultural Carioca, e meu filho, que é seu diretor musical, me convidou pra participar. Me impressionei com seu domínio, tanto do palco quanto do público, e com sua voz suave e poderosa. Um pouquinho da vida de Janaína:
 
"Para o jornalista Sérgio Cabral, Janaína Moreno é uma cantora “cheia de bossa”. Foi assim que o crítico classificou o canto da mineira, finalista do I Prêmio Divas da Música Brasileira, realizado em São Paulo em outubro de 2010. Voz de destaque da nova geração da MPB, Janaína participou do concurso com “Festeiro”, uma canção autoral que percorre os folguedos, o congado, o maracatu e a matriz percussiva presente na música brasileira. A cantora Janaína Moreno tem sido uma voz de destaque da música contemporânea brasileira. Formada pelos acordes do Clube da Esquina e pelo samba mineiro, Janaína foi uma das integrantes do “Samba da Madrugada”, projeto que reuniu a nova geração dos compositores de Minas Gerais. Em 2009, ganhou o concurso “Novos Bambas do Velho Samba”, uma realização da tradicional casa de samba Carioca da Gema, na Lapa. Naquele mesmo ano, apresentou uma homenagem ao centenário de Carmen Miranda. Os dois trabalhos marcaram a mudança de Janaína Moreno para o Rio de Janeiro, onde passou a residir e a desenvolver suas pesquisas sobre a memória do samba.


      Nas rodas e palcos cariocas, ela cantou com os bambas da velha guarda, como Dona Ivonne Lara, Noca da Portela, Walter Alfaiate, Monarco, Paulão 7 cordas, Moacyr Luz e Toninho Geraes, além da nova geração do samba, com destaque para Fabiana Cozza, Edu Krieger, Pedro Miranda, Ana Costa e Luíza Dionísio. Recentemente fez uma participação no DVD da sambista Tereza Cristina, ao lado de Seu Jorge e Marisa Monte. Atriz formada pela UFMG e tendo trabalhado com grupos de teatro como o Grupo Galpão e a Cia. Terceira Margem, ambos de Belo Horizonte, Janaína Moreno imprime no seu trabalho como cantora os aspectos cênicos, fazendo do palco um espaço para interpretação da canção. Com apresentações vivas e contagiantes, a cantora é apontada pela crítica como uma das principais revelações da musica, em 2010".



      Contamos nesse dia, com a participação, pra lá de especial, de dois novos amigos, Berval Moraes no baixo, e Renato Endrigo na bateria. Pra encerrar a noite, Janaína, como toda mãe coruja, chamou seu filho, Cassiel, para uma canja "familiar". Como a mãe, o filho arrebatou a platéia.





      Vou tentar colocar um pequeno resumo do nosso bate papo, apesar de que,  pelo tempo que passou, possivelmente não vou me lembrar. Mas, graças a Deus, e graças a Deus pelos Seus "mas", tudo o que se tem conversado no "Terça", tem sido bem recebido pelas pessoas que nos visitam. Que o Espírito do Senhor possa sempre nos enriquecer com  sua sabedoria, consolo, cura,  e amor. Que esse projeto, seja um marco de signifância na vida de todos, se transformando numa ponte, para o crescimento da nossa relação com nosso Pai e Senhor.
Paz
Fernando

terça-feira, 15 de março de 2011

Que Deus Louco É Esse!!!

A Mensagem da Cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos.

Onde está o sábio?

Onde está o escriba divino?

Onde o questionador deste século?

Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?

Sabe-se da nulidade desses esforços e jactâncias humanos porque, pela Sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu pela sua própria sabedoria.

Isto porque Deus mesmo decidiu se revelar como Salvador dos que crêem pela loucura da pregação.

Enquanto isto os Judeus e todos os religiosos pedem sinal para que possam “crer”, e os gregos e sábios buscam sabedoria como evidencia que lhes garanta um fácil e lógico repouso numa “fé” que pela sua própria natureza não daria a glória nenhuma a Deus.

Nós, no entanto, pregamos a Cristo Crucificado, que é escândalo para os religiosos judeus ou não, e loucura para os gregos e também para os que se presumem racionais.

Todavia, para os que são Chamados pela Graça que trás revelação—tanto judeus como gregos—, Cristo é discernido como poder de Deus, e sabedoria de Deus.

Saiba-se assim que a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens.

Para se entender isto basta que o próprio indivíduo se enxergue. Se não, vejam irmãos. Olhem para si mesmos. Observem a natureza do seu próprio chamado.

Notem que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.

Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas sem nobreza do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são.

E por que?

Ora, para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus!

Mas Graças a Deus, que somos Dele em Cristo Jesus. Sim! em Cristo, que para nós foi feito por Deus Sabedoria, e Justiça, e Santificação, e Redenção!

Em Cristo Jesus temos tudo. Dele vem nossa suficiência.

Mas a fé não é de todos. Pois nem todos conseguem se entregar por inteiro a essa Loucura que se torna sabedoria exclusivamente pela fé.

E alguém pergunta: Por que é assim?

A resposta de Deus não atende às demandas das crenças religiosas—que precisam sempre se auto-justificar—e nem socorre aos caprichos do racionalismo—que pretende sempre explicar—pois que está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor!

Assim, que toda boca se cale. Que faça-se silencio. E que. quem quer que deseje se gloriar, glorie-se de não ter do que se gloriar. Antes exalte com gratidão ao Deus que a ele se revelou em Graça.

Caio Fábio

Em parceria alegre com o irmão Paulo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Histórico - Terça de Graça 5 - Joana Duah & Baião de 5


Rio, 11 de janeiro de 2011

Conheci Joana Duah há uns 2 anos atrás, quando ela cantava no "Semente", na Lapa. Amor à primeira vista, e como Deus sempre nos enche de carinho e presentes, surgiu a oportunidade de participar de seu primeiro disco solo, convite feito pelo meu amigo e produtor, João Samuel. Fui convidado a escrever os arranjos, tocar piano, contando com a participação do Baião de 5, luxuosamente auxiliados por Arismar do Espírito Santo ao violão, amigo dos mais queridos, e de Sidinho Moreira, na percussão, outro amigo de longa data.


João acertou em cheio no repertório, mesclando canções consagradas com outras inéditas, e a afinidade já existente entre nós, músicos, contagiou Joana de maneira irreversível. Nos tornamos grandes amigos, e toda vez que subimos no palco, a festa é inevitável. Tocar com Joana e o Baião, antes de qualquer outra coisa,  é um grande prazer.




Joana é natural de Brasília(DF), e graduou-se na New School University, em Artes/Performance Musical, na cidade de Nova York, aonde trabalhou em diversas casas noturnas, acompanhada sempre por grandes músicos. Foi integrante do grupo pop Maskavo Roots ( 1994 -1998) , e do grupo Afro-Brasileiro Batacotô. Já se apresentou ao lado de Sérgio Santos, Guinga, Roberto Menescal, Jorge Benjor, Ivan Lins, Simone, Gilberto Gil, Leo Gandelman, entre outros. Seu primeiro álbum solo, “Dá Licença”, produzido por João Samuel,  foi lançado no primeiro semestre de 2010.








                      

Ah, em tempo. Baião de 5 é:

Jamil Joanes - baixo
Erivelton Silva - bateria
José Arimatéa - Trompete e Flugelhorn
Júlio Merlino - Sax e Flauta
Fernando Merlino - piano                               





Estou amando esse projeto, pela oportunidade de juntar várias coisas que adoro: tocar, estar com meus amigos, e falar do amor de Deus, desprovido de dogmas ou "grilhões" institucionais. Vejo vcs lá. 
Paz
Fernando



sábado, 12 de março de 2011

Notícias dos nossos amigos no Japão: Marcelo Quintela


Notícias dos nossos amigos no Japão: Marcelo Quintela
Santos | SP - Sexta, 11 de março de 2011

Gente querida, ainda estava madrugando no Brasil, quando consegui contato com uma das Estações do Caminho no Japão.

Estão todos bem. Tanto eles como todo o sul do Japão. A Inês e família também estão bem, na outra Estação.

A Estação do Claudio Nagaoka fica próximo à Nagoya, a cidade com quase a totalidade dos brasileiros no Japão. Nagoya e arredores ficam ao sul de Tóquio; e as ONDAS invadiram principalmente a costa norte e nordeste do país.

A cidade que mais sofreu (essa que de hoje em diante aparecerá muito em todos os vídeos e reportagens) é SENDAI. Estive em SENDAI pelo CAMINHO-NAÇÕES em setembro de 2009.

Sendai é grande, é chamada a CIDADE DAS ARVORES... É pacata apesar de milhões de habitantes... É moderna e tradicional... É linda e segura... Quando chegamos à SENDAI, helicópteros e carros de bombeiros estavam se posicionando para resolver uma ocorrência: um incêndio ao lado do nosso hotel.

Fiquei impressionado como eles são preparados para o pior. Em poucos minutos, dezenas de ambulâncias, carros de bombeiros e polícia, além de toda a impressa, já estavam lá... Aproveitei para gravar tudo... Ficou tudo guardado aqui, atropelado pelas necessidades que se seguiram assim que voltei (da Nigéria)... Hoje, entretanto, disponibilizamos no YouTube nossa peregrinação por Sendai para aproveitar essa mídia, nesse momento, para que os milhares de internautas em busca de notícias possam encontrar também nossos sites, mensagens e redes sociais, nosso Portal... Essa é a idéia. Só essa.

No nosso vídeo, graças a Deus, não era nada demais, uma lixeira pegou fogo, vejam só...

Dessa vez, ondas com a velocidade de um avião (sim, em torno de 700 km/h e só perdendo velocidade perto da costa, mas ganhando, então, altura) invadiram o aeroporto e os campos de Sendai... É estranho ver um lugar que você conhece ser varrido em segundos... Estou triste. As ruas por onde andei não existem mais...

Há poucos brasileiros lá...

Mas quer saber?... Não importa que a Estação esteja bem; que os brasileiros estejam bem; que Sendai seja reconstruída - como o Japão está acostumado a fazer. Agora, o que importa é orar por eles e chorar com os que choram, em tristeza e gratidão a Deus por nos ter avisado que dias como esse chegaria... O dia que o bramido dos mares apavoraria as Nações.

Na mesma Graça e Esperança de que o Fim seja só o Começo de todas as coisas,

Marcelo Quintela
Caminho Nações

quinta-feira, 10 de março de 2011

O QUE MAIS FALTA A JESUS?...

Paulo nos diz que a letra mata [mesmo que seja letra da Escritura…]; que o exercício que tenta ver mágica de revelação na exegese, é tolice [prova disso é o modo como ele “usa” as Escrituras do Antigo Testamento]; que qualquer “interpretação” que não seja via Encarnação, ou seja: centrada exclusivamente em Jesus — é engano religioso que presume ler tudo o que foi dito como “interpretação correta”...
Como poucos [...] Paulo entendeu que o Evangelho era Jesus e que Jesus era o Evangelho; e que tudo o mais que tivesse havido e sido escrito antes, como “Escritura”, agora, depois de Jesus, depois da Encarnação, depois de Emanuel: Deus conosco — teria que ser submetido ao espírito de Jesus, ao espírito do Evangelho; pois, na Velha Aliança se poderia invocar a Deus para que mandasse fogo do céu para consumir os adversários, mas, em Jesus, a mesma idéia antiga de “poder espiritual”, fora completamente banida, repreendida e abominada por Ele, que, ante tal proposta de piedade perversa [que eu chamo de peidade...] feita por João, apenas respondeu com a seguinte afirmação: “Vós não sabeis de que espírito sois!...”
Toda Escritura é inspirada por Deus e apta para o ensino, a correção e a educação na justiça” — dizia Paulo; embora, ao assim dizer, não transferisse para as Escrituras nada além do poder de testemunhar Jesus, no que [...] e se [...] ela desse testemunho de Jesus; posto que para os apóstolos [e João declara isso], “o testemunho de Jesus era o espírito de toda a profecia”; ou seja: a finalidade de toda a Palavra escrita [...] era ser apenas, agora, testemunho da verdade dos fatos do encontro entre a humanidade e Deus, e, depois, entre os hebreus e Deus, e, ainda depois, acerca de Israel como nação e Deus como o Senhor das nações; e, agora, em Jesus, era o testemunho que não se poderia entender antes de haver Encarnação; por isto, para Paulo, Jesus era a Chave Hermenêutica para a compreensão das Escrituras...
Assim, em Jesus, se tem a separação nas Escrituras de tudo quanto fosse circunstancial, passageiro, cultural, histórico, necessário ao tempo, de um lado, e, de outro lado, tem-se o que é permanente, o que é definitivo, o que é eterno, o que é Evangelho antes da manifestação histórica do Evangelho...
Depois de Jesus a Bíblia é a coletânea de livros nos quais se pode encontrar o testemunho histórico/profético acerca de Jesus, mas não se tem nada além disso...
Por exemplo, depois de Jesus a leitura se inverteu... Já não se lê as Escrituras em busca do Messias, mas, a partir do Messias se lê o todo das Escrituras; visto que, depois de Jesus, tudo quanto não seja Evangelho segundo o espírito de Jesus, ainda que esteja escrito na Bíblia, caiu [...], segundo Paulo e o escritor de Hebreus [...], em estado de obsolescência e caducidade...
Sim, Jesus é tudo; e quem não considere Jesus assim [...], ainda não entrou no reino do entendimento segundo Deus.
Este é um fato ante o qual não há barganhas a propor...
Ou é assim..., ou, então, ter-se-á tudo com a grife Jesus, mas de Jesus mesmo não se terá nada...
Há, todavia, aqueles que se escandalizam quando digo que Jesus é o Único Verbo, a Única Palavra Eterna; e que o mais... [a Bíblia toda], é testemunho humano, inspirado; sim, testemunho dessa esperança ou dessa fé, mas não é nada..., além disso...; visto que em Jesus, e não na Bíblia, é que estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento...
Sem tal visão tudo é idolatria...
Sim, a Bíblia vira ídolo, as Escrituras ficam maior que Jesus, e as doutrinas da “igreja” se tornam a “etiqueta comportamental de Deus”, conforme definida pelos homens...
Ou seja: porque deixou de ser assim é que herdamos a desgraça do “Cristianismo de Constantino”, que é o que se tem como “igreja” e “crença” em Jesus até hoje; mas que nada tem a ver com o Evangelho; posto que tudo tenha sido construído a partir da Bíblia como livro e dos “mestres” como decodificadores da revelação; e, em tal caso, Jesus tinha que se harmonizar com o todo da Escritura, e não a Escritura se harmonizar a Jesus [...].
Para os apóstolos, no entanto, se requeria a coragem de deixar de fora tudo quanto não coubesse mais [...] ante o avanço revelado da vontade de Deus encarnada em Jesus.
Esta é a coragem de ruptura que também se demanda de quem quer que queira tornar-se discípulo de Jesus, e de Jesus somente...
Você tem outra pretensão?...
Ora, nossa única pretensão deveria apenas ser o tornarmo-nos cartas vivas [...], evangelhos de carne e sangue [...], epistolas de reconciliação [...], escrituras feitas de inscrição no coração...
Sim, pois em Jesus, tanto como promessa feita pelos Profetas, como também mediante o Seu próprio Prometer aos Seus [todos] discípulos — está dito que todos os que Nele cressem seriam evangelhos andantes [...], cartas hebréias em sua mobilidade no caminho [...]; ao ponto de Paulo declarar que nosso chamado é para sermos cartas vivas, escritas pelo Espírito do Deus vivente; cartas essas vistas e lidas por todos os homens, mediante os nossos atos de amor, e nossa visão tomada pela mente de Cristo, que é o Evangelho.
Doutrina certa segundo Jesus é vida vivida em amor...
O que passar disso é Cristianismo, não Evangelho!
Pense nisso!


Nele, que é tudo que como tudo eu precise nesta vida ou em qualquer outra forma de existência,

Caio Fábio

terça-feira, 8 de março de 2011

Última Palavra

      Ao invés de um texto simples, hoje eu vou postar a letra de uma música maravilhosa, de um grande amigo meu, Jorge Camargo, chamada "Última Palavra". Um recado de Deus, pros Seus.

"Minha última palavra
Pensamento apaixonado
Possessão mais preciosa
O Meu filho mui amado
Eu entrego por inteiro
A esse mundo tão sedento
Por amor que é verdadeiro
É fiel, é muito, é tanto

E recebo em Meu abraço
Dores, lágrimas, tristezas
Os pecados, desatinos
Toda a angústia e incerteza
Dos que trazem ou não trazem
Em seus muitos descaminhos
A esperança, a fé no peito
De encontrar um rumo, um ninho
E de ser feliz

Não há outro nome ou ser
Que possa jamais conceder-lhes
Seu anseio mais profundo
Sua sede saciar-lhes
Pois em Cristo habita plena
Toda graça e divindade
De um Deus que é todo santo
E veste a nossa humanidade

Príncipe da Paz
Servo e Senhor
Todo justiça, todo amor"

"Última Palavra" - Jorge Camargo

Histórico - Terça de Graça 4 - Márcio Lott

        
      No nosso quarto encontro, dia 04 de janeiro de 2010, tivemos o privilégio e a honra de receber o cantor Márcio Lott,  contando ainda com a participação do grande baixista, cantor e amigo, Romulo Gomes. 



         Ainda com uma canja do meu   filho,  Julio   Merlino, atacando de percussionista. 






      Márcio Lott é dono de uma das mais belas vozes da MPB, com interpretações únicas, que sempre nos levam às lágrimas. Aqui vai um pouquinho de sua história:

   
    "Em 1969, ganhou o prêmio de Melhor Intérprete no Festival Universitário Belorizontal (MG). Participou, ainda, de outros festivais de música, como o Festival Internacional da Canção (RJ) e o Festival de Música Popular Brasileira de Belo Horizonte (MG). Fixou residência no Rio de Janeiro a partir de 1970, apresentando-se em casas noturnas como Number One, Flag, 706, Special Bar e Mistura Fina. 

      Fez parte de vários grupos vocais, como o Quarteto Forma, Be Happy, e atualmente faz parte do grupo Voz Quatro. Como integrante do grupo vocal da Rede Globo,  participou de trilhas sonoras de diversas novelas, como "O primeiro amor, "Selva de Pedra", "Uma Rosa Com Amor", "Carinhoso", "O Semideus", como integrante do coro vocal, e "Dancing Days", "O Casarão", "Ossos do Barão" e "Cavalo de Aço", como solista. Trabalhou também como vocalista, em shows e gravações, dos maiores nomes da MPB. Atuou por muito tempo, no mercado de jingles, trabalhando em diversas produtoras, como a Zurana.



Lançou, em 2005, o CD "Em Cantos Geraes", contendo obras de Milton Nascimento, Toninho Horta, Paulo César Feital, Dori Caymmi, Fernando Brant, Eudes Fraga, Yuri Popoff, Sueli Costa e Villa-Lobos. O disco, gravado no Estúdio Sinfônico da Rádio MEC, contou com a participação de Cláudio Jorge, Toninho Horta, Eudes Fraga, Áurea Martins, Clarisse Grova e o grupo vocal Nós Quatro, e arranjos assinados por Leandro Braga, Wilson Nunes, Nelson Ângelo e Yuri Popoff".





      Dentre várias, e maravilhosas passagens com o Márcio, uma muito gostosa de lembrar, foi quando fizemos o show de abertura, no Canecão, da apresentação de Michel Legrand. Nós estávamos passando o som, e quando o Michel Legrand ouviu o Márcio cantando suas músicas, parou em frente ao palco, e passou todo o tempo em que o Márcio cantava, de boca aberta, impressionado com o que estava ouvindo. Quem não ficaria?



       Nessa noite, tivemos também duas grandes canjas. A primeira, da excelente cantora brasileira, Vera Mara, de volta ao Brasil, depois de longo tempo morando nos EUA. E também do cantor Marcelus Vilaça, que está lançando seu disco, "Zé da Madrugada".








      Mais uma vez, muito obrigado a todos os que vieram e nos prestigiaram. Fico feliz por poder falar do amor de Jesus, a tantas pessoas, com tamanha variedade de pensamentos e valores, sempre tentando levar uma mensagem de esperança, alegria e confiança no Pai e Criador de todos nós. Nos vemos no próximo "Terça de Graça", com a benção de Nosso Senhor e Salvador.
Paz
Fernando


sábado, 5 de março de 2011

Histórico - Terça de Graça 3 - Gil Miranda

     No dia 28 de dezembro , como um presente de Natal, tivemos a presença de Gil Miranda, amiga de longa data, contando ainda com a participação do baixista Jefferson Lescovich. Um pouco da história musical de Gil Miranda:

"Cantora, compositora e violonista, Gil Miranda escolheu a pluralidade de ritmos da música popular brasileira, para expressar-se artisticamente através do canto. Aperfeiçoou seus estudos de harmonia com Ian Guest, e exercitou seus conhecimentos de arranjo vocal sobretudo à frente do Grupo Ébano, grupo vocal com o qual atuou por dez anos, com disco produzido pelo pianista e arranjador Fernando Merlino. 



  Expandiu seu trabalho de canto participando de turnês nacionais e internacionais como backing-vocal de artistas como Seu Jorge, Cidade Negra, Sandra de Sá, além de participações em gravações em estúdio nos discos de Gilberto Gil e Milton Nascimento, Maria Betânia, Simone, Alcione, Tributo a Tim Maia, Joanna, Margareth Menezes e outros, sob a direção de produtores musicais como Guto Graça Melo, Liminha, Paul Ralphes, Moog, Julinho Teixeira e Roberto Menescal. No trabalho solo, Gil Miranda  mostra em suas composições referências acadêmicas e jazzísticas, erguidas sobre fortes raízes de brasilidade, notadamente marcadas em seu estilo de interpretação".





  Mais uma vez, uma ótima noite de música e comunhão. Esse projeto, além da imensa satisfação de dividir o palco com inúmeros amigos, que não encontro com freqüência, me permite falar do amor de Deus, de maneira desprendida de dogmas e  doenças religiosas, para um público extremamente eclético e diversificado. Abraço a todos.

Paz

Fernando

quinta-feira, 3 de março de 2011

Histórico - Terça de Graça 2 - Indiana Nomma

      No nosso segundo Terça de Graça, em 21 de dezembro de 2010, contamos com a presença marcante dessa hondurenha, vinda do Planalto Central, trazendo na sua bagagem musical, influências, as mais diversas, que a transformaram numa cantora vigorosa, e de presença arrebatadora. Um pequeno histórico:



   Nascida em Honduras, filha de pai baiano e mãe gaúcha, Indiana Nomma cresceu no México, Portugal, Nicarágua e Alemanha Oriental. Aos 8 anos, começou a estudar canto erudito e aos 13, piano. Já no Brasil, explorou o teatro e o canto coral o que a possibilitou de cantar em tournês por Costa Rica e em Nova Yorque, no Carnegie Hall.

     Nos palcos apresentou-se junto a grupos e artistas como Leonardo Cioglia (NY), Mike Moreno (NY), Daniela Mercury, Fernando Merlino, Erivelton Silva, Tomás Improta, Leandro Braga, Ângela Brandão, Maskavo Roots, DJ Jamaika, GOG, Cipriano, Leonel Laterza, Celso Salim, Rafael Cury, Renato Mattos, Som Afro Brasil, BSB Disco Club, entre outros.


   
          

       Conhecida pela voz grave, e por sua versatilidade em vários estilos, mudou-se recentemente para o Rio de Janeiro, cidade em que dá continuidade à nova fase, agora também, como compositora. Indiana Nomma apresenta o programa de jazz, blues e soul music "Anjos da Noite", veiculado através da Rádio Cultura FM 100,9 - Brasília, transmitido também pelo www.culturafmdf.com.br, todas as terças-feiras, das 22h à 0h.
    
     Bebops, improvisos, a voz grave, e um trompete de boca fazem de seus shows uma atração hipnotizante.